Para ser intérprete não “basta falar bem o idioma”

Muitas vezes ouvimos que, para ser intérprete, “basta falar bem o idioma”. Na realidade do EIC, a fluência é apenas a ferramenta básica, a nossa verdadeira entrega está no estudo profundo.

Quando acompanhamos missões técnicas — como as visitas recentes aos grandes confinamentos no Texas — a precisão terminológica é o que garante a viabilidade de um negócio. Falar o idioma permite que as pessoas conversem, mas o domínio do vocabulário específico é o que permite que a comunicação seja cirúrgica.

No EIC, cada hora de interpretação é precedida por horas de pesquisa, briefing e imersão técnica. Porque sabemos que, em setores estratégicos, uma palavra mal colocada não é apenas um erro de tradução, é uma perda de informação valiosa.

Precisão técnica é o nosso compromisso.

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