No mundo da interpretação de conferências, existe um mito perigoso

No mundo da interpretação de conferências, existe um mito perigoso: o de que basta ser fluente em dois idiomas para ser um bom intérprete.

A fluência é só o começo. A proficiência técnica é o que garante que a mensagem chegue ao destino sem ruídos. Imagine um congresso de cirurgia robótica ou uma cúpula de alta tecnologia: o orador não usa apenas o inglês ou o português, ele usa uma “língua própria”, repleta de siglas, protocolos e conceitos científicos densos.

O Desafio do Jargão Técnico

Um intérprete sem especialização pode ser fluente, mas se ele não domina a lógica do agronegócio, a precisão da oncologia ou as nuances de uma auditoria financeira, ele terá dificuldade em manter a cadência. O resultado? Hesitações, termos genéricos que empobrecem o conteúdo e, no pior dos cenários, erros conceituais que comprometem a autoridade do palestrante.

O diferencial EIC: não escalamos apenas “quem está disponível”. Nós fazemos uma curadoria baseada em formação e vivência.

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