O EIC acompanhando de perto conexões internacionais que aproximam conhecimento, tecnologia e inovação

Mais uma vez, o EIC acompanhando de perto conexões internacionais que aproximam conhecimento, tecnologia e inovação.

Desta vez, nossa intérprete Célia esteve nos Estados Unidos participando de uma intensa agenda técnica ao lado de empresários do Sul do Brasil, em uma experiência de campo voltada à troca de práticas, processos e novas tecnologias do agronegócio internacional.

Esse tipo de trabalho exige preparo constante, adaptação e muita concentração. Em visitas técnicas como essa, os protocolos são extremamente rigorosos:

Antes mesmo de começar a traduzir a primeira palavra, o processo de entrada parece o roteiro de um filme de ficção científica ou uma investigação do CSI. São várias etapas obrigatórias:

– Passagem por uma câmara de desinfecção inicial.

– Um vestiário onde se deixa absolutamente tudo o que você está vestindo.

– Banho completo e lavagem de cabelo obrigatórios.

– Acesso a uma área com toalhas e roupas totalmente esterilizadas.

E, por fim, vestir um macacão daqueles de perito criminal, que cobre o corpo inteiro e só deixa o rosto de fora, além de luvas e botas especiais.

O detalhe? Na saída, o protocolo se repete inteiro, incluindo mais um banho e outra lavagem de cabelo.

Por que encaramos rotinas tão intensas? Porque o agronegócio moderno opera sob os mais altos padrões de segurança do mundo, e a comunicação precisa acompanhar esse rigor. Estar lá dentro, paramentada e imersa, é o que permite à Célia entender o contexto real, captar a urgência dos produtores e traduzir com precisão cirúrgica os diálogos que transformam o campo.

Via Instagram

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